
Como videogame, Max Payne era uma aventura divertida, estilosa e violenta. Na passagem para o cinema, apenas a violência restou. O que os produtores não perceberam (um erro comum na transformação de games em filmes) é que a trama de MP era, basicamente, uma historinha de filme B, tornada interessante porque o espectador assumia o papel do protagonista. No cinema, foi reduzida a uma trama policial tosca, de roteiro mal-ajambrado e desfecho previsível.
É difícil entender as motivações dos protagonistas como algo além de meros clichês, ou se empolgar com as cenas de tiroteio. O que existia de complexidade no protagonista (um certo desespero niilista que o levava à matança) some na carranca de Mark Wahlberg, escolhido para o papel.
A atual bondgirl Olga Kurylenko se limita a enfeitar a tela: totalmente sem razão de ser. Como único acerto, há a boa recriação do estilo visual, em cores esmaecidas que atualizam a estética noir. Mas ainda não foi desta vez que o casamento entre games e filmes rendeu um filho bonito.
É difícil entender as motivações dos protagonistas como algo além de meros clichês, ou se empolgar com as cenas de tiroteio. O que existia de complexidade no protagonista (um certo desespero niilista que o levava à matança) some na carranca de Mark Wahlberg, escolhido para o papel.
A atual bondgirl Olga Kurylenko se limita a enfeitar a tela: totalmente sem razão de ser. Como único acerto, há a boa recriação do estilo visual, em cores esmaecidas que atualizam a estética noir. Mas ainda não foi desta vez que o casamento entre games e filmes rendeu um filho bonito.


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